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Oficina Perdiz

SCRN 708/9. Entre os Blocos C e D. Área pública. Brasília-DF. Perdiz e a Oficina. Entre peças mecânicas e teatrais.

Tema: ARTES

Tags: diaz, diazul, oficina, perdiz

Programa Relacionado: Teatro de Resistência

Continuação: Parte 1 - Parte 2

FICHA TÉCNICA

País: Brasil

Duração: 20'11"

Diretor: Marcelo Díaz

Produtor: José Geraldo

Ano: 2006

Formato: HD

Montagem: Edu Jung

Som Direto: Acácio Campos e Chico Bororo

Fotografia: Krishna Schmidt

Prêmios:
> Troféu Candango de Melhor Curta 35mm do DF - 39°Festival de Brasília; > Prêmio CTAV/MinC e entre os 10 mais votados pelo público - Festival Internacional de Curtas São Paulo 2007; > Prêmio de Melhor Roteiro - Curta Canoa 2007; > Prêmio ABDeC - Mostra Internacional do Filme Etnográfico 2007/RJ, entre outros

Festivais:
O filme também esteve em mais de 40 festivais e mostras nacionais e internacionais como Milano Film Festival 2007 (Itália), Gramado 2007, 29º Festival del Nuevo Cine Latino Americano de Habana (Cuba), Sydney Latin American Film Festival 2008 (Austrália), 10º Brasil Plural (Alemanha, Áustria, Suíça), Brazilian Film Festival Miami 2007 (EUA), Brazilian Film Festival Toronto 2007 (Canadá), Festival Internacional de Cine de Antofagasta 2007 (Chile), Curta Cinema 2006 - Festival Intern. de Curtas do Rio de Janeiro; 2º Festival de Cine de los Pueblos del Sur (Venezuela); 7º Festival Signes de Nuit (Paris/França); 17º Cine Ceará; FAM - Festival Audiovisual do Mercosul (Florianópolis) 2007; 7º Goiânia Mostra Curtas; 10ª Mostra de Tiradentes; 14º Vitória Cine Vídeo; 4º Amazonas Film Festival; VI Araribóia Cine (Niterói/RJ) entre outros.

Filmografia do Diretor:
“Galeno, Curumim Arteiro” (documentário, 52min, Betadigital, 2009)
“Oficina Perdiz” (documentário, 20min, 35mm, 2006)
“Extrusos” (ficção, 14min, 16mm, 2004)
“de esperança e espera” (documentário, 21min, 2003)
“Suco de Beterraba” (ficção, 15min, 35mm, 2000)

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  1. Marco Vasques disse:

    Primeiro quero agradecer a oportunidade de participar deste espaço. Depois quero dizer que fiquei profundamente emocionado com a história do Teatro Oficina Perdiz. Porque me fez pensar em algumas questões. A primordial é: quando perdemos nossos sonhos? Por que paramos de acreditar que podemos mudar o mundo? Então, o seu Perdiz, com toda aquela rudeza, com toda aparente incapacidade de viver em sociedade faz esse tributo ao teatro, que é um tributo à sua mãe. Gosto de ver algo que me jogo em outro lugar… este documentário, na sua simplicidade passional, traz alguma coisa para dentro da gente, não saberia nominar, porque se nominar já perco o que está aqui. Obrigado.

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