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A renoleta celeste

Uma 'renoleta' azul, cujo dono, Daniel Palma, foi preso e desaparecido, ressurge depois de 36 anos e nos leva em um passeio pelas ruas de Santiago. Uma viagem que nos permite conhecer um pouco mais sobre os crimes cometidos na ditadura chilena e, sobretudo, conhecer a história de um grupo de trabalhadores, que como Daniel, lutaram por suas ideias e pelo seu local de trabalho. Criaram Cootralaco, Cooperativa de Trabalhadores da Construção, que  em 1967 começou como uma greve, se transformou em tomada e posteriormente os mesmos trabalhadores decidiram administrar essa fábrica de postes e implementos elétricos, nos mesmos anos em que Daniel era preso e desaparecido. 

Tema: IDENTIDADE

Tags: cooperativa, desaparecidos, dictadura, dictadura_chilena, ditadura_militar, memória, política, trabajadores chile

Programa Relacionado: Universo ParticularUniverso Particular

FICHA TÉCNICA

País: Chile

Duração: 12'35"

Diretor: Gerardo Cáceres

Produtor: Gerardo Cáceres

Ano: 2008

Formato: DVCAM

Montagem: Jorge Valenzuela

Fotografia: Alejandra Facusse


Comentário do Diretor: El objetivo central de esta investigación histórica y artística es crear un relato paralelo entre las circunstancias de la desaparición forzada de Daniel Palma y su renoleta celeste y la experiencia de gestión, primero exitosa y luego dramática, de su hermano Marino Palma encabezando el proceso de Cootralaco. Por un lado hubo una serie de hechos policiales, casi siempre trágicos que se desencadenaron a partir de la detención de Daniel Palma y su vehículo. Se sucedieron personajes y lugares de crímenes, abusos e ilegalidades a raíz del intento de ocultar los responsables materiales o intelectuales de esos crímenes iniciales. Por otra parte, existió la experiencia colectiva de una empresa donde sus trabajadores deciden hacerse dueños y echarla a andar de forma cooperativa. Los avances sociales, económicos y políticos de ese grupo de obreros y empleados daban cuenta, metafóricamente, del proceso social de esa época pero enquistado en lugar específico de un barrio industrial de Santiago, no en la elite política, sino basado en las propias experiencias de los trabajadores.

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