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Como uma formiga sobre a pedra

Uma formiga pequenina vem lentamente caminhando: está carregando uma folha com o dobro do tamanho de seu corpo. A folha balança em suas costas, finge cair, mas finalmente é equilibrada. Escuta-se uma voz que não se entende, se vê a profunidade do quadro negro. Assim, nasce um filme como uma formiga sobre a pedra, onde os diálogos mágicos de seus personagens, o fascinante vibrar da música e as cores de cada fotograma, evocam a sensibilidade dos que pensamos, sentimos e desejamos.

Tema: ARTES

Tags: arte, consciencia, existência, vida

FICHA TÉCNICA

País: Colombia

Duração: 25'

Diretor: Krisna Vásquez

Produtor: Krisna Vásquez / Univerisdad Nacional

Ano: 2011

Formato: HD

Montagem: Krisna Vásquez

Som Direto: Alejandra Flores

Fotografia: Krisna Vásquez

Trilha: Yennifer Angel

Filmografia do Diretor:
Krisna Nusandana Vásquez realizá en el año 2007 su primer filminuto llamado "reflexión" donde propone mirar el mundo de manera que nos preguntemos que posición tomar en él. En el año siguiente produce un cortometraje 16mm B/n para la Universidad Nacional de Colombia. Para el año 2009 desarrolla su primer corto documental Titulado "Aquí y allá". Durante los tres siguientes años trabaja en varios proyectos audiovisuales, culminando finalmente con su tesis de grado de la carrera de cine y televisión de la UNAL, titulado "como una hormiga sobre la piedra".


Comentário do Diretor: “Como una hormiga sobre la piedra”, título de este proyecto documental, surge para manifestar la importancia que supone lo vivo, la vida, por encima de lo inerte. En realidad, a través del título, propongo a cada ser vivo como esa pequeña partícula de consciencia (una diminuta hormiga) que para generar reflexiones en cada uno, está caminando sobre un objeto denso, fuerte, impresionante y grande: una piedra. Es la metáfora de nuestras vidas cruzando sobre la existencia de la materia. Porque la vida es la esencia y por ello, lo que más importa, nosotros somos esa hormiga sobre una piedra: vivos, importantes, valiosos aunque pequeños; somos cada uno partículas de consciencia, seres conscientes, en una evolución constante de la misma.
Por ello, “como una hormiga sobre la piedra” estamos aquí, de pie sobre lo in-consciente. Nosotros, seres vivos, sensibles, conscientes. Qué paradoja increíble será esta, que a pesar de ser seres conscientes, libres, vivos, estamos dando pasos sobre el fósil, entre la muerte, lo perecedero, la in-consciencia, encontrando a veces un mayor valor en la materia por encima de lo vivo. Pero al ver una gran piedra y sobre ella, una pequeña hormiga, el valor de pronto aparece, real, deslumbrante, ¡Una indefensa partícula de vida, una hormiga, y con ella, la esencia de su existir: su consciencia!

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