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Trabalho precário produção de luxo

O documentário ilustra a dinâmica do trabalho inserida nas facções de roupa na cidade de  Fortaleza. Essa atividade é executada normalmente por mulheres, que trabalham em casa, e o custo dessa mão-de-obra possui um preço módico. A peça produzida na facção é comercializadas por refinadas lojas comerciais por um valor muito superior ao que é pago para a faccionista.

Tema: DIREITOS HUMANOS

Tags: costura, costureira, mulher, trabalho

FICHA TÉCNICA

País: Brasil

Duração: 16'36"

Diretor: Idalina Vinuto

Produtor: Idalina Vinuto

Ano: 2015

Formato: Digital

Montagem: Marcley de Aquino

Festivais:
Sercine Curta Canoa

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  1. Marcel disse:

    Infelizmente muitos trabalhos não são reconhecidos e nem valorizados e são extremamente necessarios!

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  2. Anderson dos Santos disse:

    Essa realidade não acontece só mente no Ceará o nordeste inteiro temos esse tipo de situação da onde eu venho isso ocorre na agricultura e no artesanato no qual muitos não tem renda fixa e o pouco que produz pra sobreviver os comercializante se aproveitam paga bem pouco no qual os mesmos no os valores são bem altos

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  3. Fernando Ferreira Rocha disse:

    Deveria haver um selo em cada peça de roupa pra constatar que existe respeito aos direitos humanos. Peças sem o selo ficariam proibida a sua comercialização.

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  4. GERSON LUIZ LIMA RODRIGUES disse:

    Como não poderia deixar de ser, muitos trabalhadores não são valorizados nesse país. Produzem para uma determinada casta da sociedade, que lucra de maneira exorbitante, e quem transforma a matéria prima em produto final simplesmente sobrevive com as migalhas que lhe é paga. Simplesmente lamentável.

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  5. Eliana Aparecida Avezani Monteiro disse:

    Absurdo,enquanto uns trabalham precariamente para manter necessidades básicas como prover o alimento da família, outros enriquecem de maneira injusta , aproveitando se do trabalho “escravo “.

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  6. Franciele Rocha Da Silva Borba disse:

    Francierochabotba@gmail.com

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  7. Claudiney disse:

    Desumano! Um País tão rico quanto o nosso tratar nossos trabalhadores dessa forma desumana, simplesmente desumano!!!

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  8. Fernando Ramos disse:

    Desigualdade social, preconceito, exploração são alguns fatores observados no video uma crise economica que afeta o mundo, sim, mas junto a isso vem de um lado a oportunidade do empresario explorar a mão de obra querendo lucrar cada vez mais e a garra do brasileiro pobre lutando por melhores condições de sobrevivencia.

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  9. Elaine disse:

    Infelizmente isto ainda acontece em várias partes tanto no Brasil como em outros países muita das vezes não são divulgados, muito triste não tem os direitos humanos e trabalhistas para todos.

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  10. ronieris disse:

    nossa uma triste realidade que muitos decohecem

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  11. JOSIANE CRISTINA MORAES disse:

    É MUITO TRISTE ESSAS EMPRESAS QUE SUPERFATURA NAS COSTAS DESSAS COSTUREIRAS,POIS O TRABALHO MAIOR SÃO DESSAS COSTUREIRAS QUE TEM UM GASTO BEM MAIOR COM LINHAS,AGULHAS,ENRGIA ELETRICA ,ENTRE OUTOS GASTOS E SUA MÃO DE OBRA TAMBEM,TEMPO GASTO COM TODO ESSE TRABALHO E NO FINAL SÃO AS LOJAS QUE REALMENTE TEM LUCROS,E TAMBEM TRABALHAM SEM REGISTRO ,SEM SEGURANÇA NENHUMA SE ACASO SE MACHUCAR,E TAMBEM POR TER POUCO LUCRO TEM QUE POR OS FILHOS AJUDAR PARA TER UM LUCRO MAIOR.

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  12. gabriel k disse:

    Com todo respeito a senhora do video, creio que ela nao tem muita propriedade para falar de um ambiente ruim e desvalorização do trabalho. Sou neto, sobrinho e filho de costureiras e elas sempre costuravam por alguns centavos por peça concluida, sendo que a peça na loja chegava a custar de 150 a 200 reais, ganhar 2 a 2,50 como a senhora do video disse que ganhava seria um lucro absurdo pra minha avó, mãe e tia, elas sempre correram atras de um ambiente melhor para trabalho, para melhor reconhecimento pelo excelente trabalho, ate eu mesmo e meus primos ajudavamos elas de graça tudo pra que elas pudessem concluir mais trabalhos para assim garantir mais dinheiro no fim do mes, e ainda sim era pouco e quase nao dava pra quitar as contas. Novamente nao estou reduzindo ou menosprezando a senhora do video mas creio que se a materia fosse pra mostrar a real realidade de facções e suas condições eles poderiam ter ido atras de gente que realmente dão o coro pro trabalho em troca de centavos. Minha vó batalhou desde sempre pra cuidar das minhas 2 tias e minha mae, alem de cuidar da casa e da roça enquanto meu avô trabalhava de pedreiro, Ela sim seria uma boa fonte de conhecimento referente a má valorização do trabalho, e a batalha constante por um ambiente de trabalho melhor asism como um reconhecimento pelo seu excelente trabalho.

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  13. GIZELE LEIDIANE DE SOUZA COSTA disse:

    Infelizmente essa é a triste realidade das pessoas menos favorecidas. A necessidade obrigada a trabalhar sobre condições precárias e ainda assim não tem o merecido reconhecimento do que faz. Eu sei bem como é isso.

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  14. Fernanda Cristina disse:

    Triste realidade observamos que por trás do luxo das vitrines bonitas , geralmente há uma exploração de mão de obra e um trabalho precário, no entanto, muitos consumidores inclusive eu desconhecia essa realidade

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  15. Fernanda Cristina disse:

    Triste realidade observamos que por trás do luxo das vitrines bonitas , geralmente há uma exploração de mão de obra e um trabalho precário, no entanto, muitos consumidores inclusive eu desconhecia essa realidade

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  16. Nayhara disse:

    Muito legal e interessante as regiões e como as culturas são diferentes, amo conhecimento e sempre bom está por dentro das mudanças e cidades.

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  17. Donal de Sousa Freitas disse:

    Trabalho pesado e que não é reconhecido, valores ínfimos pagos para uma população que tem que aceitar os preços baixos, pois dependem disso para sobreviver.

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  18. Lucineide Alves de lima disse:

    Infelizmente as grandes marcas de roupas só pensam no lucro, deveriam valorizar mais quem faz o trabalho pesado de fato no caso as facçionistas, uma vez que sem costureira essas grandes marcas não teriam roupas para vender.

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  19. Lucineide Alves de lima disse:

    Eu acredito que essas facçionistas aceitam trabalhar por um preço tão baixo pelo fato de, muitas ter filhos e não ter onde deixar e nem condições de pagar alguém pra cuidar enquanto trabalham fora, a maioria não tem estudo e nem instruções para abrir o próprio negócio com tudo regularizado, então essa é única forma de ter uma fonte de renda e ao mesmo tempo cuidar da casa e dos filhos.

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  20. Christiane F. disse:

    Mesmo em meio a essa realidade triste de existe ao redor do mundo, fiquei admirada com a força dessa mulher positiva, inteligente e de liderança tão admirável, que privilégio ter uma esposa, mãe e irmã tão guerreira. Parabéns!

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  21. ana disse:

    trabalho escravo o proprio povo escraviza seu povo .igual a china.

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  22. KELLY LENTZ LUMERTZ disse:

    Infelizmente acontece muito disso em todos os lugares do mundo. Local de trabalho não apropriado. Não reconhecimento de valores e mão de obra do produtor.

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  23. KELLY LENTZ LUMERTZ disse:

    Infelizmente acontece muito disso em todos os ligares do mundo. Local de trabalho não apropriado. Não reconhecimento de valores e mão de obra do produtor.

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  24. MIRIAN DE SOUSA MONTEIRO disse:

    TRISTE REALIDADE. NESTE DOC. MOSTRA A DESIGUALDADE POR INTERESSES .
    TODO SER HUMANO TEM O DIREITO DE BOAS CONDIÇOES DE TRABALHO . LOCAL ADEQUADO, REGISTRO NA CARTERIA DE TRABALHO. ALIMENTAÇÃO ADEQUADA. CARGA HORÁRIA CORRETA. BENEFICIOS DE PRESTADOR DE SERVIÇO PARA TAL CATEGORIA. É O MINIMO, RESPEITO E CUMPRIR OS DIREITOS TRABALHISTA .

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  25. FELIPE ALVES CORDEIRO disse:

    Trabalho precario é assimilado a

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  26. valbert diogo da cunha disse:

    trabalho excelente parabens a produçao pela profundidade e ao mesmo tempo pela simplicidade em descrever e apontar de maneira tão real algo que nos impacta a muito tempo

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  27. GIOVANI EDUARDO BASSO disse:

    Ótimo trabalho e finalizado com carinho, só não valorizado , como outros produtos bem produzidos a mão , as pessoas não valorizam a mão de obra como deveriam ser valorizadas.

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  28. Ana matias disse:

    Trabalho muito bem feito e feito com carinho e amor, mas não valorizado , como vários outros produtos bem produzidos a mão , as pessoas não valorizam a mão de obra como deveriam ser valorizadas.

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  29. Paulo Roberto Waitman disse:

    mão de obra qualificada, porem seu salario praticado não corresponde com suas atividades caracterizando um total desrespeito com serres humanos pagando pouco porem seus lucros são bem maiores quando praticado nas vitrines sendo assim um desrespeito aos Direitos Humanos , uma família que esta sendo cerceada de seus direitos como salário digno para possa dar uma vida digna aos seu filho como lazer saúde e educação

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  30. Adrielli disse:

    Uma triste realidade, trabalho feito de bom gosto e capricho sem retorno monetário, mão de obra muito barata e valor do produto super saturado. A realidade de muitas mulheres e famílias sofrendo com a desigualdade de nosso País.

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  31. Ana Paula disse:

    Infelizmente essa cena se repete em todo o país, a maioria dessas pessoas são mulheres, com péssimas condições de trabalho e escravidão, sem direito fundamentais que uma empresa deveria proporcionar, e para conseguir uma renda um pouco a mais, tem que trabalhar sem folgas, mesmo que no documentário ela diz que não é obrigatório os trabalhos de fim de semana, e mesmo trabalhando sem parar essas pessoas recebem uma miséria, e as vezes nem recebem, e infelizmente o faturamento dessas empresas de luxo só aumentam através desses trabalhos escravos.

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  32. Mirian Nogueira disse:

    Obra de mão barata e preços super faturados, pessoas de baixa renda onde precisar de trabalho para sobreviver pega trabalhos para receber pouco. Os donos de lojas ganham valores absurdos onde suas peças tem um pequenos custo e um lucro enorme, essas pessoas trabalham em lugares precários, ficam horas em frente a uma máquina trabalhando, sem folga, sem descanso. No documentário diz que eles não são obrigados a trabalhar no domingo, porém para conseguir um valor maior de dinheiro eles trabalham de segunda a segunda. Esse tipo de trabalho deveria ser fiscalizados, assim seria pago um valor justo para essas pessoas.
    É triste saber que ainda hoje, existe esse tipo de trabalho.

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  33. valbert diogo da cunha disse:

    Infelizmente ainda é a realidade de muitas pessoas no mundo inteiro mas se tratando de brasil é um cenário ainda mais crítico ,tanta riqueza nas mãos de tão poucos , muita pobreza nas mãos de muitos na verdade quase todos .

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  34. JESSICA NUNES DE OLIVEIRA disse:

    Desumano

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  35. Sidinei Dorigon disse:

    São guerreiras mulheres que lutam todos os dias para levar o pão de cada dia na mesa para seus filhos, e ainda geram empregos elas trabalhando em casa ainda gera empregos, as autoridades precisam ver isso pois não tem carteiras assinadas não tem direito nenhum, sao poucas valorizadas coitadas ganham dois real somente por peça, isso e muito pouco.

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  36. Sidinei Dorigon disse:

    Sao mulheres muito guerreiras que lutam todos os dias para poder trazer o pão de cada dia na mesa, sao pouca valorizada pois aonde se viu pagar por uma peça dois real, e muito pouco, tambem nao tem carteira assinadas sem direito nenhum, sem garantia nem uma. As autoridades precisam ver isso, e ajudar essas guerreiras, pois sao poucas valorizadas.

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  37. JONATAS CARDOSO DA SILVA disse:

    Tema de extrema importancia, pois mostra que muita mão de obra não é valorizado, ainda mias quando é terceirizzado,Tema que deve abranger muitas discussões nos órgãos e entidades de direitos humanos, vejo como os escravos do século 21.

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  38. marcos disse:

    Acho que não só aqui no brasil ,mas em todo mundo ,pessoas de alto poder aproveitando das dificuldades de outra para ganhar dinheiro nas costas delas.

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  39. Paulo Roberto Waitman disse:

    a dinâmica de trabalho notamos ao assistir este episodio que seus direitos humanos sendo serciados, sabemos que seriam universais , outra decorrência lógica dessa concepção de direitos humanos independente do seu de nascimento e mesmo contextos o local que trabalha salubre a qual vivem, a jornada de trabalho não obedece as leis trabalhistas sem contar com baixo salario total descumprimento com o salario praticado no nosso pais ,sendo assim sendo necessário, a aplicação dos direito humanos para que possa ter direito a saúde educação e lazer, vemos ai um povo vivendo era absolutismo.

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  40. Sérgio José Longati Junior disse:

    O vídeo Trabalho Precário apresenta a realidade de uma grande parte da nossa sociedade, a desigualdade social. Famílias vivendo em situação de escravidão, sem que os seus direitos sejam respeitados.
    Nesse vídeo podemos observar que o trabalho de faccionista é mais um de muitos que atuam na informalidade, trazendo grandes prejuízos para o trabalhador.
    Podemos observar também que essa família não teve o direito da educação mantido, pelo simples fato do trabalho ser uma necessidade e não uma escolha.
    Apesar de ver o orgulho dessa mulher perante ao seu trabalho, vemos que em pleno século 21 a escravidão ainda não acabou só foi adaptada.
    Se analisarmos friamente esse vídeo, veremos que a falta do estudo e a falta de planejamento familiar desde o início da fase ativa de trabalho na sociedade, levam grande parte dos trabalhadores a trabalharem na informalidade, se sujeitando a serem explorados.

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  41. Ana Cristina Dos Santos disse:

    Os empresarios do ramo das confeccoes se aproveitam da necessidade das pessoas para se darem bem.Onde esta o ministerio do trabalho que nao ve esta exploracao.

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  42. Ana Cristina Dos Santos disse:

    Os empresarios do ramo das confeccoes se aproveitam da necessidade das pessoas para se darem bem.O es ta o ministerio do trabalho que nao ve esta eploracao.

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  43. Anderson Magno de LIma disse:

    O curta-metragem acima mencionado descreve um retrato da realidade de grande parte da população brasileira, principalmente as pessoas de baixa renda. Estas famílias através da criatividade conseguiram manter o sustento das pessoas. Esta situação se reflete ainda mais neste período de pandemia, onde muitos perderam seus empregos formais e tiveram que se adaptar em novas atividades.

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  44. Jefferson Lima disse:

    Tema que deve abranger muitas discussões nos órgãos e entidades de direitos humanos, vejo como os escravos do século 21.

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  45. Rita Ernandes disse:

    gente a simplicidade dessa mulher é marcante, o brilho no olhar dela desejando saber administrar seu próprio negocio é gritante, é uma pena que existam empresas que aproveitam de pessoas sem base e conhecimentos necessários sobre empreendimento.

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  46. francisco andrey adamo disse:

    muuuito interessante

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  47. VERIDIANE disse:

    A Mulher ainda e discriminada na sociedade, muitas tem a sorte de ter um trabalho digno.

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  48. geclienisson disse:

    Deveriam ter mais zelo com o direitos humanos, a mulher clama pelo direito da faccionista, clama pela uma carteira asssianada, ou mesmo por uma lei que veja o trabalho delas.

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  49. Isabel disse:

    As empresas se aproveitam da necessidade e até da ingenuidade das famílias carentes.

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  50. Aline CABRAL Nunes disse:

    Exploração e Desvalorização da mão de obra do trabalhador.

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  51. Ewerton Pereira da Silva disse:

    Podemos observar nesse vídeo que existem muitos trabalhadores informais que por causa da informalidade não possuem nenhum direito trabalhista, não tem nenhum plano de saúde, seguro de vida ou coisa similar.
    O Brasil é o país da informalidade, e nos tempos atuais por causa da pandemia do novo corona virus certamente essa condição tem aumentado exponencialmente.

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  52. Catarina Santos disse:

    Nesse vídeo mostra que a falta de estudo trás uma desestruturação familiar, que impacta uma geração, mas mostra também que nos dias de hoje os pais valorizam mais os estudos dos seus filhos para que não passem pelas mesmas dificuldades. Podem até seguir no mesmo ramo, mas terão uma infraestrutura e conhecimento para nesse mesmo ramo poder ser bem mais sucedido que seus pais.

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  53. Catarina Santos disse:

    Desvalorização e péssimas condições de trabalho.

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  54. EuclidesJose da Siva disse:

    Realmente é preciso muito esforço e determinação dessas pessoas que querem ter uma vida mais digna . Precisam ser mais valorizadas

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  55. francisco andrey adamo disse:

    COMPLICADO,uma lástima que isso esteja acontecendo,estão ganhando a vida honestamente mas praticamente não são valorizadas pois são elas que confeccionam uma boua parte das mercadorias,era para estar com a carteira assinada,sei que o importante é GANHAR O PÃO COM HONESTIDADE mas seriam mais valorizadas se assinassem a carteira ou fossem mais reconhecidas.

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  56. Andreia Paula Lourenço Pinto disse:

    A precariedade do trabalho tem como consequência a alienação e degradação da vida da classe trabalhadora que, para sobreviver, precisa submeter à venda da sua força de trabalhado por salários que viabilizam apenas o básico para a reprodução do trabalhador.

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  57. weslei disse:

    tinha que valorizar mais o trabalho do ser humano,paras com a exploração,pois muitas empresas exploram seus funcionários e muitas delas nem registram.

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  58. EDINEIA de Morais disse:

    Desvalorização do trabalho.

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  59. claudinei mancuso disse:

    Exploração do ser humano. Deveriam investir mais nas pessoas.

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    • Aline CABRAL Nunes disse:

      Exploração e humilhação dos trabalhadores.

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      • Fatima Machado Falconeres disse:

        Desvalorização do trabalho docente ,tendo em vista que e preocupante .
        muitos sai em busca de trabalho digno e acaba sendo maltratado .

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